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Intro

  • Fotógrafa registra ataque de gavião e amplia o acervo com registros inesperados da natureza
    on fevereiro 18, 2020 at 7:20 pm

    Fotos feitas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro mostram a natureza preservada e incentivam a conservação. Foto de gavião atacando maracanã-pequena repercutiu nas redes de observadores Karolina Moreira/VCnoTG No ano de 2012, famoso pelo mito de que haveria o fim do mundo, a vida de Karolina da Fonseca Moreira em contato com a natureza começou. Era o mês de junho quando a futura fotógrafa ganhou a sua primeira câmera. Moradora do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, não era raro a observadora encontrar, durante os passeios diários e matinais, uma natureza presente e constante. O equipamento compacto e modesto, porém, foi capaz de aproximá-la de feitos grandiosos. Detalhes da natureza preservada no Rio de Janeiro é o foco do trabalho da fotógrafa Karolina Moreira/Acervo Pessoal “Eu tenho ela guardada até hoje como lembrança e recordação. Lembro que meu primeiro registro fotográfico foi do frango-d’água-comum, na lagoa Rodrigo de Freitas, foi muito emocionante de ver aquela foto no display da câmera. Para aquela época, uma felicidade imensa”, comenta. A felicidade só cresceu com o avanço da maturidade nos registros. Um dos momentos que mais chamou sua atenção foi quando o lagarto teiú predou uma jandaia-de-testa-vermelha bem na sua frente, no próprio Jardim Botânico. “Ele (o teiú) veio com tudo em cima dela e deu o bote. Quis garantir seu café da manhã”, brinca. Flagrante do ataque de lagarto teiú é uma das conquistas da fotógrafa do Rio de Janeiro Karolina Moreira/Acervo Pessoal E as predações não pararam de aparecer diante das lentes da observadora. O registro mais recente, repercutindo com curtidas e comentários nas redes de observação de aves, é o de um gavião-asa-de-telha devorando uma maracanã-pequena. “Quando avistei a cena de predação foi um momento de angústia e tristeza. Eu estava longe, numa árvore alta e não pude fazer nada para ajudar o maracanã. Mas é como eu digo e repito, mais uma vez, essa é a lei da sobrevivência: presa e o predador”, reflete a fotógrafa. As fotos foram feitas no próprio Jardim Botânico e, por mais que mostrem uma ação que possa assustar, ajudam a mostrar a relação do homem com a natureza, preservando e cuidando do ambiente de forma que as espécies sintam-se livres para manifestarem seus instintos. Observadora conta que apenas com um ataque o gavião capturou o psitacídeo Karolina Moreira/Acervo Pessoal Veja mais registros: Arapapá em voo foi registrado pela observadora de natureza Karolina Moreira/Acervo Pessoal Garça-moura em cena de predação também é um dos destaques do acervo Karolina Moreira/Acevo Pessoal

  • Júri em Americana condena homem a 31 anos de prisão por estrangular e matar ex-namorada
    on fevereiro 18, 2020 at 7:12 pm

    Crime ocorreu em outubro de 2018 e Bruno Cesar Bueno Bernava foi condenado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver. Ele já estava preso e pode recorrer da setença. Relacionamento de Kátia Ferreira com Bruno Bernava durou dois meses Reprodução / Redes Sociais O júri popular em Americana (SP) condenou Bruno Cesar Bueno Bernava a 31 anos de prisão em regime inicial fechado, na tarde desta terça-feira (18), por ter estrangulado e matado a ex-namorada Kátia Keiko Picioli Ferreira, em outubro de 2018. O réu foi condenado por feminicídio, ocultação de cadáver, e três fatos foram considerados para determinação da quantidade de pena: motivo torpe, recurso que dificultou defesa da vítima e emprego de asfixia. Cabe recurso contra a sentença. Bernava já cumpria prisão preventiva antes da decisão. À época do crime, o corpo da mulher de 40 anos foi encontrado em um canavial no limite do município com Nova Odessa (SP); enquanto que o acusado foi preso em Tupi Paulista (SP), onde tem parentes, e confessou o crime, segundo a Polícia Civil. O juiz Wendell Lopes Barbosa de Souza ressaltou na sentença que a vítima deixou três filhos. Além disso, aplicou uma multa para o acusado. "Por conta da ação do acusado, a vítima deixou nada menos que três filhos menores completamente desamparados do cuidado materno, sendo imensuráveis as consequências [...] Pelo depoimento do irmão da vítima prestado em plenário se pode perceber a desgraça que a família viveu e vive até hoje desde a precoce morte da família", diz trecho. Em outro momento, o magistrado destaca que Bernava, então com 29 anos, cometeu o assassinato "transtornado pelo uso desmedido de cocaína misturada com anabolizantes, tudo regado a muita bebida alcoólica". Durante o processo, lembra o juiz, o homem tentou se defender ao atribuir a conduta a uma suposta traição e negou intenção de matar a ex-namorada. De acordo com o titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana, Luís Carlos Gazarini, a mulher havia terminado o relacionamento de dois meses que tinha com o suspeito antes do assassinato. O G1 tentou contato por telefone com a defesa do réu, mas não houve retorno até esta publicação. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

  • Valinhos promove debates sobre violência doméstica
    on fevereiro 18, 2020 at 6:57 pm

    O evento será nos dias 19, 21 e 27 de fevereiro, em quatro Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e é aberto ao público. Valinhos promove debates ao público sobre violência doméstica Divulgação/Prefeitura O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) de Valinhos (SP) promove nesta quarta-feira (19) o primeiro dia do "Círculo de Reflexão" para discutir sobre violência doméstica. Os debates serão abertos ao público com o intuito de marcar antecipadamente o Dia Internacional da Mulher. O evento será nos dias 19, 21 e 27 de fevereiro, em quatro Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). As rodas de conversa serão conduzidas pela presidente do Conselho, Maria Teresita Amaral. Programação Quarta-feira (19), às 13h30, no CRAS Figueiras Quarta-feira (19), às 18h, no CRAS São Marcos Sexta-feira (21), às 9h, no CRAS Central Quinta-feira (27), às 9h, no CRAS São Bento Veja mais notícias da região no G1 Campinas

  • Ave rara e ameaçada é encontrada em Minas Gerais após 80 anos sem registros
    on fevereiro 18, 2020 at 6:11 pm

    Bicudos foram achados na região Leste do estado e pesquisadores fazem “plantão” para monitorá-los. Há mais de 50 anos não eram vistas espécies de bicudo nativas no Brasil e há mais de 80 anos não eram vistas em MG Alice Lopes/Acervo Pessoal Fevereiro começou em clima de festa para a comunidade de observadores de aves. No primeiro dia do mês, pesquisadores do WAITA, Instituto de Pesquisa e Conservação, se deslocaram ao Leste de Minas Gerais para encontrarem, pela primeira vez em vida livre, a ave conhecida como bicudo (Sporophila maximiliani), após 80 anos sem registro no Estado. O Waita é uma organização não governamental com foco principal sobre animais vítimas do tráfico e, desde 2016, tentava descobrir bicudos nativos. O "Projeto Bicudos" foi desenvolvido com apoio da Fundação "Grupo Boticário de Proteção à Natureza" e com auxílio do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). As ações de conservação contam, ainda, com o apoio das Universidades Federais de Viçosa (UFV), de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e criadores da espécie, devidamente autorizados. Para garantir o sucesso no encontro com o animal, os pesquisadores prezaram por envolver a comunidade local na iniciativa também. Moradores das regiões mapeadas foram instruídos sobre os hábitos e as características dos bicudos para informarem o projeto em caso de contato. A ave fêmea dos bicudos se difere por apresentar tons pardos, se opondo ao preto forte dos machos Alice Lopes/Acervo Pessoal O resultado não podia ser diferente, no dia 1° de fevereiro quem comunicou sobre a aparição do animal foi um morador do leste mineiro, José Paulo dos Santos, de 51 anos. Ele já havia auxiliado nas buscas pela espécie, em 2017, e já sabia da existência da ave na região pois costumava ver o bicudo próximo a brejos e lagos em que costumava pescar. “Desde então, virou uma questão de honra encontrar o bicudo”, contou o senhor à equipe como afirma a bióloga presidente do Waita, Fernanda de Souza Sá. Com o deslocamento da equipe, no momento do aviso, a surpresa: três bicudos habitavam a região, dois machos e uma fêmea. Até então, não se sabia do registro de nenhum animal nativo, apesar da espécie somar muitos indivíduos que foram reintroduzidos na natureza, frutos de cativeiros. “A equipe continua na região para fazer um monitoramento contínuo, já que até então não se tinha informações sobre as espécies nesses casos e nenhum dos dados se tinha comprovação”, afirma Fernanda Sá. A bióloga ainda conta que a ida ao campo pretende abranger a coleta de dados, as captação de informações ecológicas da espécie, de características da ecologia da região e até, futuramente, a captura para coleta de amostras de sangue das aves. Para isso, porém, os pesquisadores tentam captar recursos que viabilizem o “plantão” realizado pela equipe no local. Equipe se reveza monitorando a ave há três semanas e se divide em quem observa os hábitos e quem busca novos indivíduos Alice Lopes/Acervo Pessoal O canto do bicudo O status de ameaça que assombra o animal é causado pelo tráfico. A espécie é comercializada pelo seu canto, que lembra o som de uma flauta, e a faz ser usada em torneios de aves. Mas foi o canto também que deu os primeiros sinais da reaparição das espécies nativas. Fernanda Sá afirma que o principal indício de que esses bicudos encontrados são, de fato, animais originários do local e não fruto da introdução de espécies em cativeiro, está nos hábitos internalizados. “O canto da espécie de cativeiro é bem patronizado, já o animal nativo já se manifesta de forma diferente”, afirma. Além disso, os hábitos de vida silvestre já internalizados demonstram que os animais já convivem com aquele meio há muito tempo. “Eles nem sequer respondem ao "playback" com a reprodução do canto da ave, um sinal de seu comportamento como ave nativa”. Confira algumas informações sobre os bicudos, aves da família de sanhaçus e saíras Arte/TG; Ilustração/Tomas Sigrist



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