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Alimentos e bebidas - Curso HACCP

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  • Estação Espacial Internacional registra imagem do litoral do RS; veja foto
    on julho 15, 2020 at 1:36 am

    É possível identificar o Guaíba, as lagoas Mirim, Mangueira e dos Patos, e toda a costa do Oceano Atlântico. Foto da Nasa mostra o Rio Grande do Sul do espaço A Estação Espacial Internacional (ISS) divulgou, na segunda-feira (13), uma imagem da Terra que evidencia um trecho continental bastante conhecido dos gaúchos: o litoral do RS, desde as lagoas da costa doce até a divisa com Santa Catarina. Nela, é possível identificar o Guaíba, as lagoas Mirim, Mangueira e dos Patos, a costa do Oceano Atlântico e até a Ilha de Florianópolis. A foto ilustra uma matéria em que a Nasa, a Agência Espacial Americana, cita "o ponto mais ao sul do Brasil, na fronteira com o Uruguai", enquanto a ISS orbitava sobre a costa atlântica. Litoral do RS é visto em imagem tirada da Estação Espacial Internacional NASA/ISS/Divulgação

  • Médicos e prefeituras do RS adotam remédios sem eficácia comprovada para tratamento da Covid-19
    on julho 15, 2020 at 12:56 am

    Treze municípios do Vale do Rio Caí requisitaram 173,6 mil caixas de hidroxicloroquina, ivermectina, azitromicina e zinco. Entidades médicas não recomendam uso desses medicamentos na prevenção ou tratamento precoce da doença. Municípios gaúchos compram medicamentos contra-indicados para o tratamento da Covid-19 Hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina são remédios que vêm sendo apontados como solução para prevenir ou tratar de forma precoce a Covid-19. No entanto, eles não possuem eficácia comprovada no tratamento nesta fase da doença, conforme as autoridades médicas. Nas últimas semanas, médicos do Vale do Caí têm defendido e espalhado a ideia entre prefeitos da região, e 13 cidades decidiram fornecer os medicamentos à população. Quatro não vão seguir a recomendação, e duas ainda não sabem. A associação que representa os municípios da região solicitou com urgência os medicamentos ao Ministério da Saúde. São mais de 173,6 mil caixas de remédios: 32,4 mil de hidroxicloroquina, 37,9 mil de ivermectina, outras 37,4 mil de azitromicina e mais de 65,9 mil de zinco. A decisão de prescrever caberá ao médico e ao paciente, que deverão assinar um termo de consentimento. “Nosso objetivo é tratar precocemente as pessoas. Chegar à população e dizer: 'Procure atendimento, porque tem como se tratar precocemente e evitar hospitalizações e óbitos'”, diz a médica Eliane Reginato Monaretto. Ela é cardiologista em Montenegro, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e integra um grupo que, recentemente, elaborou um documento em que sugerem aos municípios que disponibilizem um conjunto de remédios e vitamina D. A ideia é que o médico possa receitar esse coquetel ao paciente assim que aparecerem os primeiros sintomas gripais, antes mesmo do resultado do diagnóstico e da necessidade de internação. Entidades alertam para riscos à saúde O presidente da Sociedade Rio-Grandense de Infectologia, Alexandre Vargas Schwarzbold, destaca que o uso dessas drogas pode causar múltiplos problemas. “O primeiro risco são os efeitos colaterais, principalmente as pessoas que sofrem de problemas no coração. O segundo risco é a falsa esperança que se cria nelas de que, com isso, vão estar protegidas de evoluírem mal, ou protegidas de adquirir a doença, o que não é verdade. Com isso, elas diminuem as proteções que são fundamentais, as mais importantes e comprovadas”, assinala Schwarzbold. Dos 35 profissionais que assinam o documento, nenhum é infectologista. Até o momento, não há comprovação científica da eficácia do uso de qualquer medicamento para prevenir ou tratar a Covid-19. “Pra isso, demora tempo. Nós não estamos em uma situação confortável para se esperar esse tempo. Infelizmente, temos que agir com as armas que temos aqui”, diz Eliane. A recomendação é reprovada por sociedades médicas e científicas. Em posicionamento recente, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) destacou que, por enquanto, a melhor forma de combater a pandemia é o isolamento social e o uso de máscaras. “Não existem evidências científicas de que quaisquer das medicações disponíveis no Brasil, tais como ivermectina, cloroquina ou hidroxicloroquina, isoladas ou associadamente, sejam capazes de evitar a instalação da doença em indivíduos não infectados. Isso também é verdade para vitaminas, como, por exemplo, a C e D, e suplementos alimentares contendo zinco ou outros nutrientes”, cita a SBPT, em nota. Já a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) ressalta que, até o momento, os principais estudos clínicos não demonstraram benefício do uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina, e que a ivermectina apresentou resultados positivos em laboratório, mas não foi testada em seres humanos. Além disso, a combinação entre hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina, destaca a SBI, não tem benefício e pode oferecer riscos ao paciente. “Vivemos uma séria crise de saúde pública. Não podemos colocar em risco a saúde da população brasileira com orientações sem evidência científica”, pontua, em nota, a SBI. Prefeituras adotam medidas parecidas Medidas semelhantes estão sendo tomadas por prefeitos de outras regiões. Em Parobé, no Vale do Paranhana, o denominado “kit-covid”, que contém Tamiflu, paracetamol e azitromicina, passou a ser receitado na semana passada. “Nós tivemos casos de pessoas que contraíram o vírus, fizeram o tratamento e acabaram melhorando, inclusive um médico do nosso hospital”, diz o prefeito de Parobé, Diego Picucha. “Saber 100% se foi pelo medicamento, a gente não tem como saber. Mas, ao que tudo indica, sim, o tratamento foi feito com esses medicamentos.” “Muitos dos gestores públicos estão seguindo essas recomendações, que não são das sociedades médicas, e, com isso, fazendo gastos públicos que, na frente, vão se comprovar que não deveriam ter sido feito”, rebate o presidente da Sociedade Rio-Grandense de Infectologia. No Sul do estado há um movimento de prefeitos nesse sentido, segundo nota divulgada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Porém, segundo a UFPel, em documento, experiências individuais ou estudos com problemas metodológicos têm sido usados para justificar o tratamento. A insituição reitera que não recomenda o uso das medicações. “Se, eventualmente, ele quiser prescrever uma medicação é que off-label, que não está na bula, ele pode, deixando bem claro que é uso off-label, deixando bem claro as evidências que existem”, diz o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremers), Eduardo Neubarth Trindade. Kit Covid passou a ser receitado em Parobé Reprodução/RBS TV Initial plugin text

  • Polícia Federal investiga conflitos em reserva indígena em Benjamin Constant do Sul
    on julho 15, 2020 at 12:30 am

    Segundo relatos de indígena, que não quis se identificar, motos, carros e uma casa foram incendiados. Brigada Militar está de sobreaviso. Polícia Federal investiga conflito indígena em Benjamin Constant do Sul, no Norte do RS A Polícia Federal registrou ocorrência e vai abrir inquérito para investigar um conflito ocorrido na segunda-feira (13) em uma comunidade indígena de Benjamin Constant do Sul, no Norte do RS. A Brigada Militar mantém policiais de sobreaviso no local. Conforme o relato à RBS TV de um dos indígenas, que não quis se identificar, o conflito é interno e está relacionado à desconfiança dos moradores em relação ao cacique e à prestação de contas da plantação realizada pela comunidade. Durante a briga, três carros, três motos e uma casa teriam sido queimados, informam os moradores. Um dos homens estava armado e teria disparado contra a comunidade, mas ninguém ficou gravemente ferido. Depois que o inquérito for instaurado, equipes da Polícia Federal devem ir até a reserva para buscar mais informações. No momento, três aldeias estão com conflito 'em aberto' na região. A polícia ainda acompanha a situação em outras reservas, em Água Santa e na divisa entre os municípios de Cacique Doble e Sananduva.

  • Porto Alegre tem mais de 2,6 mil moradores em situação de rua, diz Fasc; ONG alerta para aumento no número durante pandemia
    on julho 14, 2020 at 11:22 pm

    Centro Social da Rua, que atua há quatro anos com a população, aponta que desde o início do coronavírus, o número de moradores em situação de rua na Capital aumentou cerca de 20%. Fasc informou que a prefeitura ainda não fez um levantamento Moradores de rua de Porto Alegre recebem doações Centro Social da Rua/Divulgação Porto Alegre tem 2.679 pessoas em situação de rua, conforme o levantamento das equipes de abordagem social da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), da prefeitura da Capital. As informações são do período de janeiro de 2019 a janeiro deste ano. O Centro Social da Rua, que atua há quatro anos com a população, aponta que desde o início da pandemia de coronavírus, o número de moradores de rua na Capital aumentou cerca de 20%. "Com a pandemia, tem gente que vive em tensão. Trabalhava no Centro, com panfletagem, acabou o trabalho. São trabalhadores informais que orbitavam no centro, trabalhando durante o dia e pagavam o hotelzinho e não tem mais essa fonte de renda e muitos foram para a rua", afirma a coordenadora Letícia Andrade. A ONG apresenta uma estimativa diferente da Fasc: seriam mais de 4 mil pessoas. Em 2016, uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em parceria com a Fasc, apontou que entre 2011 e 2016 a população de rua aumentou 57%. O estudo registrou a existência de 2.115 pessoas adultas nessa situação na época. A Fasc informou que a prefeitura ainda não fez um levantamento sobre o aumento no número de moradores e que segue com os atendimentos nas ruas. Na Capital, são 100 vagas em albergues, onde os moradores em situação de rua podem passar a noite. O número de vagas foi diminuído para manter o distanciamento social nos dormitórios e para evitar aglomerações. A prefeitura informou, ainda, que houve uma troca na modalidades dos atendimentos, e que das 238 vagas em abrigos, agora são 495. Nos locais, os moradores podem buscar assistência a qualquer hora, mas não há espaços para passar a noite. Além disso, a prefeitura oferece os espaços de cuidado, com 260 atendimentos por dia, onde há oferta de banho, distribuição de marmitas. "Alguns albergues se transformaram em modalidade de abrigo. A parte boa é que a pessoa pode passar o dia todo no serviço, o ruim é que restringiu o número de vagas, seja por conta do afastamento das camas, seja pela população recente em situação de rua que só cresce ou ainda a impossibilidade de acessar por estar lotado", aponta uma funcionária de um dos abrigos, que optou por não se identificar. Segundo ela, não há vagas para todo mundo e em dias de chuva, há uma fila de pessoas agrupadas dormindo uma ao lado da outra. Na pandemia, o Centro Social da Rua tem atuado em duas frentes: no projeto ODS (Objetivos de Desenvolvimento Social) , que aos domingos entrega lanches e materiais de higiene, e com o Aquecimento Solidário, no qual distribui cobertores e roupas. Até o momento foram distribuídos 6,15 mil kits de higiene, 3,5 mil frascos pequenos de álcool em gel, 2.835 máscaras de proteção, além de outros itens de vestuário e refeições. O projeto percorre quase todos os domingos diversas ruas do centro de Porto Alegre e outros pontos onde já mapearam que há moradores. No Aquecimento Solidário, que é feito à noite, são atendidas cerca de 300 pessoas em 10 bairros da cidade. "Tem pessoas em situação de vulnerabilidade que estão saindo das próprias casas porque não tem comida. Está acontecendo uma evasão, que pessoas que tem casa estão indo para a rua. Na Praça da Matriz e no Viaduto da Conceição em geral tem entregas de alimentos de vários grupos e as pessoas acabam se aglomerando nesses locais porque é um lugar que sabiam que, em algum momento, alguém ia passar para dar comida", afirma Letícia. A coordenadora destaca que muitos moradores não se deslocam para os albergues porque não é permitido entrar com os carrinhos os animais. O que acaba dificultando o acesso também a banho e serviços de higiene. "Falta ainda uma quantidade de banheiros e chuveiros disponíveis. Eles me falam que querem banho, que querem roupa. No verão eles tomam um banho tcheco [banho tomado em pia], conseguem um comércio que ceda um espaço, mas com o comércio fechado a situação fica mais difícil", diz. A Fasc informou que a cidade conta com 34 espaços de higiene em praças e parques que contemplam todas as regiões da cidade e oferecem água, detergente e papel para higienização. "Além disso, durante a pandemia sete novos pontos de cuidados foram abertos e ofertam atendimento descentralizado às pessoas em situação de rua, sob a responsabilidade de organizações sociais parceiras da Fasc, com banho, alimentação e orientações. Sem contar as diversas unidades da Fasc destinadas ao abrigo, acolhimento e oferta de isolamento e higienização para a população em situação de rua", disse a instituição. Grupo Centro Social da Rua faz entrega de roupas e cobertores para moradores de rua em Porto Alegre Centro Social da Rua/Divulgação



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