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Alimentos e bebidas - Curso HACCP

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Intro

  • Estiagem provoca perdas na agricultura e racionamento de água em diversas cidades do RS
    on março 29, 2020 at 12:12 am

    229 municípios já decretaram situação de emergência e muitas prefeituras estão punindo moradores que desperdiçam água. Estiagem seca rios e açudes do RS; moradores são abastecidos por caminhão-pipa A estiagem no Rio Grande do Sul está fazendo com que poços artesianos e açudes sequem em diversas regiões do estado. Já são 229 municípios que decretaram situação de emergência devido a falta de chuvas. Além disso, as perdas na agricultura aumentam cada vez mais. Em Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo, o Arroio Castelhano, que é a principal fonte de abastecimento da cidade, está secando. Quase 500 famílias estão dependendo de caminhões pipa que pegam a água de poços artesianos. A prefeitura do município precisou intensificar a fiscalização. Quem usar água para lavar o carro ou regar plantas pode ser multado em cerca de R$ 200. Na cidade de Vale do Sol, o Rio Pardo está praticamente seco. No interior do município, a prefeitura também precisou levar água com caminhão pipa. "Isso faz com que a gente tenha que racionar para a captação voltar ao normal, então desde o dia 16 estamos fazendo o racionamento na localidade de Rio Pardense que abastece as regiões de Linha Emília, Campos do Vale, Pinhal Trombudo e Faxinal de Dentro, das 21h até as 8h", explica o prefeito Maiquel Silva. Na região, a cidade de Rio Pardo é a mais prejudicada pela seca. As perdas na agricultura superam os R$ 180 milhões. João Vitor Medeiros é produtor rural na cidade e contabiliza prejuízos. "As perdas no milho foram de 50%. Os que éramos para estar colhendo no mês que vem, vamos perder 100%. No gado de leite já chega a 60% de perda", diz. Em Santa Maria, na Região Central do estado, a Defesa Civil está abastecendo oito distritos com caminhões pipa desde o mês de novembro. Segundo o órgão, é a maior estiagem dos últimos 10 anos na região. Muitas cidades estão perfurando poços e ampliando as redes de distribuição de caixas d'água para atender a população. Na agricultura, as perdas chegam a quase R$ 3 bilhões. Moradores da Serra enfrentam racionamento de água; barragem está seca Na Serra, o prejuízo nas lavouras de milho e soja chega a R$ 650 milhões. Além das perdas, os moradores também se preparam para o risco do racionamento de água. Em Garibaldi, a única barragem que abastece a cidade está com menos de um metro de altura, desde novembro do último ano. O município decretou situação de emergência, e quem for flagrado desperdiçando água pode pagar uma multa de mais de mil reais. Para tentar evitar o racionamento, a companhia responsável pelo abastecimento da cidade, abriu novos poços para captação de água e começou, em fevereiro, a pegar água tratada em Farroupilha. Mas, recentemente, a medida foi cancelada porque a cidade vizinha também enfrenta problemas. A barragem do Rio Burati, que abastece mais da metade dos moradores da cidade, está quase quatro metros abaixo do nível normal e há risco de racionamento. Na agricultura, a Emater estima perdas de cerca de 20% da produção de frutas como uva, pêssego, maçã e figo. Na safra de milho o número aumenta para 35% e na de soja para 33% de perda. Alguns produtores precisam recorrer ao Seguro Rural, do Ministério da Agricultura. "Para que ele acesse esse seguro, ao identificar perdas, ele deve comunicar imediatamente o banco, que comunica a Emater, para que vá até a propriedade e avalie as perdas que o produtor está tendo", explica a gerente regional da Emater de Caxias do Sul, Sandra Dalmina. O agricultor Sandro Luis Finn planta figo e goiaba no interior de Caxias do Sul e se diz preocupado com a falta de chuvas. "No ano passado o pomar de goiaba rendeu em torno de 40 mil toneladas. Esse ano, se chover, talvez dê 10 a 12 toneladas. A pouca chuva que veio praticamente não chegou à raiz. Torcendo pra que venha e salve o pomar para o ano que vem", diz.

  • Rio Grande do Sul chega a 200 casos confirmados de coronavírus
    on março 28, 2020 at 10:23 pm

    Novos casos estão em Canguçu, Ivoti e São Leopoldo, de acordo com informe da Secretaria Estadual de Saúde. Duas pessoas já morreram em Porto Alegre. O Laboratório Central do Rio Grande do Sul confirmou, neste sábado (28), mais três casos de coronavírus no estado. Eles estão nas cidades de Canguçu, Ivoti e São Leopoldo. Com os três novos, o total do estado chega a 200 pacientes. O município de Canguçu aparece pela primeira vez no boletim, totalizando 46 cidades do RS com a presença da Covid-19. Initial plugin text MAPA DO CORONAVÍRUS: avanço dos casos nas cidades CORONAVÍRUS NO MUNDO: n° de infectados passa de 600 mil no mundo PANDEMIA: veja quais países já registraram casos da doença GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção No boletim anterior, eram 197 casos confirmados, em 45 cidades. Duas pessoas morreram em Porto Alegre. O primeiro óbito, na quarta-feira (25), foi de uma senhora de 91 anos. O segundo foi na quinta (26), um senhor de 88 anos. Ambos estavam internados na UTI do Hospital Moinhos de Vento. No Brasil, já são 3.904 casos confirmados e 114 mortes, segundo o Ministério da Saúde. Initial plugin text

  • Decreto do governo do RS autoriza funcionamento de lotéricas e templos religiosos; MPF pede anulação
    on março 28, 2020 at 7:56 pm

    Ministério Público Federal recomendou ao governador a revogação do decreto que permite a realização de missas e cultos para até 30 pessoas. No dia 19 de março, o governador Eduardo Leite decretou estado de calamidade pública no RS Reprodução/Facebook O Governo do Rio Grande do Sul publicou neste sábado (28) um novo decreto que edita as regras para o funcionamento de templos religiosos e lotéricas no estado. A medida é para o enfrentamento da pandemia da Covid-19. No dia 19 de março o governo declarou estado de calamidade pública no estado. Após a publicação, o Ministério Público Federal no RS recomendou ao governador a anulação do decreto que autoriza a realização de missas e cultos religiosos. De acordo com o MPF, o "decreto é ilegal por ampliar o rol de atividades essenciais sem observar os parâmetros normativos já existentes e sem apontar justificativa científica e técnica". "O Estado deve se abster de adotar qualquer medida que estimule a não observância do isolamento social recomendado pela OMS e o pleno compromisso com o direito à informação e o dever de justificativa dos atos normativos e medidas de saúde", explicou o MPF na recomendação. Guia ilustrado: saiba mais sobre a doença Acompanhe as principais medidas no RS Confira o Mapa do Coronavírus no Brasil Novas regras De acordo com as novas regras impostas pelo governador Eduardo Leite, só poderão ocorrer missas e cultos em locais religiosos com até 30 pessoas, e deverá haver uma distância de no mínimo dois metros entre o público. As lotéricas devem seguir as medidas estabelecidas por cada município. Porém, caso abertos, os estabelecimentos também devem cumprir o distanciamento de dois metros entre os clientes e contarem com os cuidados de higiene. O governo afirma que, caso os municípios tenham regras mais rígidas do que as estabelecidas pelo decreto estadual, as normas das cidades devem ser cumpridas. Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text

  • RS tem mais de 1,8 mil presos em liberdade provisória devido ao coronavírus
    on março 28, 2020 at 6:40 pm

    Justiça afirma que maioria dos presos postos em prisão domiciliar já cumpria pena em regimes aberto e semiaberto. Ministério Público tenta reverter algumas decisões. Tribunal de Justiça RS TJ RS/divulgação O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) informou que, por conta da pandemia da Covid-19, entre 18 e 27 de março foram concedidas 1.878 decisões de liberdade provisória, revogação de prisão preventiva, prisão domiciliar e medida cautelar diversa da prisão, para presos do estado. O número corresponde a 4,47% do total de 42 mil pessoas encarceradas no RS. Segundo a Corregedora-Geral do Tribunal de Justiça do RS, Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, a medida visa preservar a saúde dos presos que fazem parte do grupo de risco do coronavírus, como idosos e doentes crônicos. "Inclusive para evitar o contágio generalizado do restante da população prisional que permanece encarcerada por ordem judicial e dos servidores públicos que atuam nos estabelecimentos penitenciários", explica corregedora. O Ministério Público informou ao G1 que a maioria dos pareceres enviados à Justiça não foram favoráveis às liberações e que apresentou inúmeros recursos contra as solturas, visando reverter as decisões. Guia ilustrado: saiba mais sobre a doença Acompanhe as principais medidas no RS Confira o Mapa do Coronavírus no Brasil A Corregedoria informou que segue as orientações do Conselho Nacional de Justiça que recomenda aos tribunais e magistrados adotarem medidas preventivas à propagação do novo coronavírus. Vanderlei aponta que os presos liberados já cumpriam penas em regimes aberto e semiaberto. "Destaca-se que a maioria dos presos postos em prisão domiciliar cumpria pena em regimes aberto e semiaberto, com direito a trabalho externo e saídas temporárias, ou seja, já conviviam em sociedade", apontou a corregedora. Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text



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