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Alimentos e bebidas - Curso HACCP

Conhecer, conservar, transformar e cozinhar os alimentos da maneira correta, em conformidade com o APPCC (HACCP).

Intro

  • Em povoados distantes dos municípios alagoanos, o povo chama o vírus de "Coroca".Não entendem a quarentena.
    on março 29, 2020 at 2:52 am

    Em alguns  povoados mais  distantes dos municípios da minúscula   Alagoas dos Palmares,  as pessoas não entendem esse processo nelvrágico da quarentena. Segundo a moça, a  noitinha a rua fica cheia de gente. O povo  se reune para desfrutar das conversas e companhias. As pessoas se tocam, abraçam numa  prosa  bem aproximada. Se uma outra resolver conversar  com um metro de distância  da outra é pura desfeita. O povo , em sua simplicidade , não entende o que vem a ser  quarentena, muito menos que doença é essa, que alguns chamam de coroca vírus. A comunicação não chega nesses cantos do mundo, de uma forma soletrada. É importante que a Secretaria de Estado da Comunicação faça ponte com os meios de comunicação locais das periferias interioranas, que pode reinterpretar a fala formal As rádios comunitárias são instrumentos importantes nessa comunicação. Fica  a dica.  

  • Em tempos de pandemia,deputado federal,Marx Beltrão, dá exemplo e doa metade do salário para abrigos de idos@s.
    on março 29, 2020 at 1:01 am

    A notícia me chegou  através da Sophia Braz, ativista da causa trans do município de Coruripe e por trazer um componente bem diferencial, o blog publica: Marx Beltrão é deputado federal por Alagoas e em um gesto assertivo doou metade do salário parlamentar para 4 casas de idos@s, em Maceió,Alagoas, como também 2 toneladas de alimentos para os desabrigad@s da última chuva, no município de Santana do Ipanema, em Alagoas. Segundo o deputado, em tempos de pandemia é preciso que os poderes pensem, verdadeiramente no povo, e crescenta: -Falar é muito fácil,mas,atitude não é para todo mundo. Estou doando metade do meu salário para 4 casas para idosos, para proteger as pessoas mais vulneráveis dessa pandemia. Consegui atravessar esse momento de dificuldades, comprando máscaras,luvas e álcool gel entre outras itens de higienização, e assim proteger as pessoas mais vulneráveis dessa pandemia. Foi essa uma das medidas que defendi  de forma emergencial, dando exemplo.Mostrando que  antes de propor o sacrifício de trabalhadores e servidores , o corte tem que partir   de cima do topo dos poderes; executivo,legislativo e judiciário em todos os níveis municipal,estadual e federal. Tomei essa atitude sabendo que se ninguém partir para a ação, isso vai virar conversa de internet e não irá mobilizar o apoio  para o projeto tornar realidade. Pensem comigo, o  montante que seria seria reunido com a metade da folha de pagamento de  todos os vereadores, deputados estaduais  e federais ,prefeitos,senadores  governadores,ministros e do presidente,juntando a isso a metade da folha do topo da carreiras do judiciário, juizes,desembargadores e ministros Dinheiro suficiente para salvar muitas vidas e ajudar muita gente a superar essa pandemia. No pais dos privilégios uma ação conjunta levaria mais do que apoio financeiro, seria uma dose de esperança no coração dos brasileiros. A gente que anda com o povo sabe o desigualdade de verdade, longe do centro do pder Que as excelências não queiram sacrificar o salário do servidor sem antes cortar na própria carne. Antes de pedir sacrificio do trabalhador para enfrentar pandemia, poderes tem que dar exemplo"- conclui. Parabéns, deputado! Fonte: instagram  

  • Evitemos tragédias, mortos não trabalham!
    on março 28, 2020 at 10:58 pm

    O comum era nos depararmos com notícias anunciando tragédias seguidas de críticas, muitas críticas ao hábito de não prevenir. Dentre várias boas característica do jeito brasileiro de ser, uma rotula com ares negativos nosso jeitinho de deixar tudo para última hora, de atrasos recorrentes, não sabermos agir de forma antecipada. Nossa história é cheia de tragédias, desde os saques às nossas riquezas naturais à escravidão, ditadura... mas não precisamos ir tão longe, temos tragédias recentes, vivas na memória desta geração. O ano de 2013 começou com uma, a segunda maior tragédia por incêndio já registrada no Brasil, o incêndio na boate Kiss (RS) que vitimou 242 mortos e mais de 680 feridos. Após a tragédia a reflexão: mais uma tragédia que poderia ter sido evitada! Críticas à banda por ter usado efeitos pirotécnicos que geraram faíscas que iniciaram o incêndio, críticas à postura dos seguranças por terem fechado as portas para evitar que clientes saíssem sem pagar, críticas ao poder público por não ter fiscalizado o cumprimento das normas para prevenção e não ter impedido que a boate funcionasse. O ano de 2019 ficou marcado como um ano de tragédias, começamos o ano com o rompimento da barragem em Brumadinho, considerado um dos maiores desastres ambiental e industrial do Brasil, que matou 259 pessoas e 11 desaparecidos. Após a tragédia a mesma reflexão: mais uma tragédia que poderia ter sido evitada! Críticas à empresa que era proprietária da barragem, críticas aos profissionais contratados para atestar a segurança da barragem, críticas ao poder público por não ter verificado as reais condições de segurança da barragem. Chegamos em 2020, uma pandemia ainda em estágio de evolução assusta o mundo, por onde passa deixa um rastro de milhares de mortos, tantas que o congestionamento deixou de ser de carros nas ruas para ser de caixões nos cemitérios. Os primeiros países atingidos alertam o mundo sobre o alto risco de contágio e velocidade na proliferação do Covid-19. No terceiro mês do ano, que ainda nem se encerrou, já são 600.663 infectados, 30.475 mortos em todo o mundo (enquanto escrevia este texto tive que atualizar estes dados algumas vezes, pois a cada minuto alguém morre ou é infectado). No Brasil chegamos na marca de 3.904 casos confirmados e 111 mortes, avaliando o ritmo da expansão do covid-19 no nosso país, especialistas do Imperial College de Londres, fizeram uma projeção de infectados e mortes. No melhor cenário, avaliaram que o Brasil terá 11 milhões de pessoas infectadas e 44 mil mortes, caso seja feito um isolamento radical; se o isolamento ocorrer tarde, serão 49,6 milhões de infectados e 206 mil mortos; se houver apenas um distanciamento social, serão 122 milhões de infectados e 627 mil mortes; se não houver isolamento, serão 188 milhões de contaminados e 1,1 milhão de mortos!!! Não há desfecho positivo, mas o menos trágico. Pela primeira vez, o Brasil se antecipou aos fatos, ou melhor, tenta se antecipar e prevenir uma tragédia maior. Governadores e Prefeitos passaram a atuar de forma tão semelhante que mais pareciam integrar uma sinfonia, em poucos dias a tática do isolamento social, que antes parecia improvável, virou regra e o país começou a desacelerar, até que o presidente da República contrariou a ciência, as estatísticas dos especialistas e experiência de outros países. Sob a justificativa que o desemprego cresceria e a economia entraria em recessão, Bolsonaro convocou as pessoas para saírem de suas casas: não se protejam, alguns vão morrer, tudo bem, mas a economia não pode parar. Não, não fica tudo bem! Vozes que ecoavam que tragédias poderiam ser evitadas e vidas poupadas, passaram a colocar a vida em segundo plano, que prevenir era exagero e que a economia precisaria girar. O acirramento político que reina no Brasil desde as manifestações de julho de 2013, ganhou novos capítulos com mais uma inconsequente convocação de Bolsonaro para que as pessoas saiam de casa e voltem a estudar e trabalhar normalmente, ou seja, que promovam a morte de milhares de brasileiros. Onde essa táctica foi adotada, o desfecho esperado ocorreu: dia 27/02 a cidade de Milão, na Itália, contabilizava 12 mortos, as autoridades locais lançaram a campanha "Milão não para"... um mês depois, eram mais 4,4 mil pessoas mortas, o Prefeito de Milão reconheceu "erramos!". A economia será afetada com o isolamento social? Sem sombra de dúvida! Cabe ao Estado, com seus Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como instituições fundamentais à sociedade como Igrejas e entidades de classe, garantir que as consequências nas vidas das pessoas e na economia sejam as menores possíveis, garantindo direitos e dignidade. A ideia de Estado Mínimo que voltava a crescer com vigor em diversos países e se traduzia em falta de investimentos públicos e mais liberdade para o setor privado atuar sem ingerências, está em cheque, pois não há forma de superarmos todas as sequelas desta tragédia sem forte atuação do Estado. Os EUA que é o país modelo desta corrente, símbolo do neoliberalismo na atualidade, já obrigou a indústria americana a produzir 100.000 respiradores para ajudar no tratamento dos infectados, além desta medida, o presidente Trump já anunciou que vai liberar US$ 1 trilhão para estimular a economia e auxílios para famílias. O que o Brasil vai fazer? Mandar as pessoas para rua para estimularem mais mortes ou usar a força do Estado brasileiro para zelar pelas vidas humanas e movimentar a economia? Os Governadores dão bons exemplos, com destaque para os Governadores do Nordeste, em especial os Governadores de Alagoas, Renan Filho, e do Maranhão, Flávio Dino. Mas para que o Brasil não mergulhe de cabeça nesta tragédia anunciada, os estados precisam atuar de forma integrada, todos, em harmonia com os demais entes federados. Cai por terra a ideia de Estado Mínimo, sem Estado forte para segurar a peteca, não há nação que prospere com justiça e igualdade. Não há economia sem vida, mortos não trabalham, mortos não consomem, mortos não fazem a economia girar, apenas a vida justifica tudo que já foi criado pela humanidade. Economia, a gente trabalha e recupera; as vidas perdidas, não!    Instagram: @claudiapetuba65 Facebook: Claudia Petuba

  • Em época de pandemia,quando grandes empresári@s,parlamentar@s endinheirad@s,e famílias afortunad@s,em Alagoas, vão exercitar a solidariedade pelo povo?
    on março 28, 2020 at 10:29 pm

    Alagoas, é o segundo menor  estado da federação, mas,  tem uma seleta gente rica de marré-marré deci. São grandes empresári@s, parlamentar@s endinheirad@s,e  outras famílias afortunad@s. Dentro dessa Alagoas, existe uma outra invisível,  com  um  povo marginalizado e  maltratado por uma  pobreza  extrema. Segundo  a Fundação Getúlio Vargas (FGV) com base nos dados  do  (Pnad), Alagoas tem a maior desigualdade de renda do País, entre os trabalhadores de 15 a 59 anos de idade. Essa Alagoas invisível traz a marca  registrada das muitas gentes, umas tantas famintas, vivendo abaixo da linha da pobreza , e,  em época de pandemia essa  pobreza   crônica e desavergonhada, escancara  a boca e mostra a goela, como um abismo da fome e do nada ter. Diremos, de uma forma enfática e sintética, Alagoas  é um estado pobre e desigual. E, em tempos de pandemia, quarentena,  é imprecindível que essas gentes concentradoras de riquezas  exercitem a solidariedde  partilhando um pequeno bocado  do excesso  que tem, para  muit@s que nada possuem. Em época de pandemia,  quando  grandes empresári@s, parlamentar@s endinheirad@s ,e  famílias afortunad@s, em Alagoas, vão  exercitar a solidariedade pelo  povo?  

  • Governador confirma publicação de novo decreto e escolas continuam fechadas em Alagoas
    on março 28, 2020 at 9:25 pm

    Durante a divulgação do Boletim Epidemiológico confirmando os 14 casos de coronavírus em Alagoas, o governado Renan Filho informou, neste sábado (28), que irá publicar um novo decreto estadual sobre o isolamento social e as unidades escolares continuarão fechadas em todo o estado. O governado explicou que a medida é de forma preventiva e ocorre para que as crianças e adolescentes não levem a doença para suas casas, contaminando os idosos e outros familiares. “E isso será mantido em todo o país. Vamos prorrogar o período preventivo e paralelo vamos usar ferramentas tecnológicas para atender ao aluno da rede pública”, afirmou Renan Filho. Apesar de confirmar a prorrogação do decreto, o governador não entrou em detalhes de forma clara sobre o funcionamento do comércio e das indústrias em todo estado.  Apenas lembrou o caso da Espanha, que vem registrando diversas mortes em decorrência do coronavírus depois que o prefeito de Madri defendeu a circulação livre das pessoas. “Não podemos cometer os mesmos erros que outros”, disse ele. O secretário de Saúde, Alexandre Ayres, completou afirmando que é preciso muita prudência no momento, “pois podemos pagar caro e ninguém pode prevê o futuro, mas na dúvida estamos tomando todas as providencias para atender o cidadão”. Ayres ainda colocou que o setor produtivo é muito importante para economia do estado, “mas em primeiro lugar vem a saúde”. Pedidos de reabertura Mesmo antes de completar os dias 10 dias estabelecidos pelo decreto, empresários e comerciantes iniciaram a pressão para que o decreto fosse flexibilizado permitindo o retorno das atividades econômicas. A proposta apresentada pela Associação Comercial ao governo do estado foi de que o as vendas no comércio varejista sejam restabelecidas gradativamente, conforme as orientações dadas pelas entidades médicas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) diante do monitoramento da propagação do novo coronavírus.  A data sugerida foi a partir do dia 07 de abril.



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