Na hora certa!

Notícias atualizadas do Brasil, Portugal, Itália, Alemanha, Reino Unido e Irlanda

Não perca a chance! Clique na imagem do Curso de Italiano!

Alimentos e bebidas - Curso HACCP

Conhecer, conservar, transformar e cozinhar os alimentos da maneira correta, em conformidade com o APPCC (HACCP).

Página 2 - Jornais e notícias do Acre




  • Vizinhos acionam polícia após ouvir mãe batendo em bebê de seis meses em Rio Branco
    on julho 15, 2020 at 12:10 am

    Criança foi enviada para o Educandário Santa Margarida e mãe foi liberada para responder em liberdade. Caso foi registrado na Defla na noite de sábado (11) Alcinete Gadelha Uma mulher foi parar na Delegacia de Flagrantes de Rio Branco (Defla) após os vizinhos ouvirem ela batendo no filho de seis meses. O caso ocorreu no bairro Chico Mendes, na noite do sábado (11). O bebê foi levado para o Educandário Santa Margarida. A mulher assinou um Termo de Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por maus-tratos e vai responder ao processo em liberdade. À Polícia Civil, a suspeita negou que estivesse batendo na criança. “Tem mais seis filhos, mas não cuida de nenhum. Ela é usuária de drogas. Disse que não estava maltratando, mas tinha marca próximas ao olho que ela disse que foi a unha do bebê. Ela foi liberada”, contou o delegado Adriano de Morais. A Polícia Militar do Acre (PM-AC) informou que foi acionada por uma testemunha que ouviu a agressão. A polícia foi até o endereço, mas não achou a mulher. Ela foi encontrada em outra rua andando com o bebê, que estava chorando. O delegado explicou que o boletim foi registrado como tentativa de homicídio, mas foi mudado após Morais ver o bebê. "Constava no boletim que a mãe estava tentando estrangular a criança, mas quando vi a criança não tinha marcas no pescoço. Uma suposta testemunha disse que a mãe não tentou estrangular, mas estava dando tapas no rosto e abafando o choro”, relatou. Morais disse também que o bebê foi encaminhado para o Educandário porque nenhum outro parente apareceu para ficar com ele.

  • Homem de 60 anos fica preso às ferragens de caminhão durante acidente em rodovia do Acre
    on julho 14, 2020 at 11:58 pm

    Acidente ocorreu nesta terça-feira (14), no km 14 da BR-364, em Rio Branco. Bombeiros levaram mais de uma hora para conseguir retirar o caminhoneiro das ferragens Ascom/Corpo de Bombeiros do Acre Um homem e 60 anos foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros do Acre após ficar preso às ferragens de um caminhão durante um acidente no km 14 da BR-364, em Rio Branco. O veículo da vítima teria batido em outro caminhão durante ultrapassagem na rodovia, nesta terça-feira (14). Uma equipe de bombeiros foi até o local socorrer as vítimas e demorou mais de uma hora para conseguir retirar o motorista das ferragens. Os ocupantes do outro veículo também se machucaram e foram levados por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A Polícia Rodoviária Federal no Acre (PRF-AC) informou que uma equipe foi enviada para atender a ocorrência. O major Cláudio Falcão, da assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros do Acre, disse que a colisão ocorreu quando um dos caminhões fez uma ultrapassagem na rodovia. “Os dois saíram da pista e foram para o acostamento, tendo forte colisão no barranco, e uma das vítimas, um homem de 60 anos, ficou preso às ferragens e com a situação bem complicada. Mas estava estável, foi estabilizado pelos bombeiros, já tinha uma ambulância do Samu no aguardo para transportar ele”, afirmou. Caminhões teriam colidiram durante uma ultrapassagem na BR-364 Ascom/Corpo de Bombeiros do Acre Duas pessoas ocupavam o outro caminhão, mas não precisaram da ajuda dos bombeiros para sair do veículo. As vítimas foram levadas para o Pronto-Socorro de Rio Branco. “Ficou preso às ferragens com aço muito forte, foi preciso usar várias ferramentas de salvamento, resgate e encarceramento em veículos com todos os cuidados. Foi retirado e entregue ao Samu para transporte até o hospital”, concluiu.

  • Em menos de 24h, pai e filho presos com receitas falsas de remédios para Covid-19 são soltos em audiência no AC
    on julho 14, 2020 at 11:43 pm

    Dupla foi presa na sexta-feira (10), com receitas e remédios utilizados no tratamento de Covid-19, na Baixada da Sobral, e solta no dia seguinte pela Justiça. Suspeitos foram presos com várias receitas e carimbos falsificados e remédios para o tratamento da Covid-19 Asscom/Polícia Civil do Acre Em menos de 24 horas, pai e filho presos pela Polícia Civil do Acre na sexta-feira (10), com receitas falsas de remédios usados no tratamento de Covid-19, foram soltos em audiência de custódia no Fórum Criminal, no sábado (11). A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC ). Os suspeitos foram presos em flagrante na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco, após denúncias. Médicos que tiveram os carimbos falsificados registraram boletins de ocorrências na 1ª e 4ª Regional da Polícia Civil. Assim, as equipes passaram a monitorar em que postos de saúde os suspeitos iriam buscar os remédios. “A decisão foi baseada no fato de os fatos praticados não terem utilização de violência ou grave ameaça a pessoas”, garantiu. A Justiça afirmou que liberou os dois para responderem o processo em liberdade provisória, mas devem comparecer em juízo quando solicitados. Em caso de descumprimento, a pena pode ser revogada. Prisão Segundo as investigações, a dupla pegava o remédio e revendia para pacientes de baixa renda. A constante retirada de remédios nos postos de saúde sempre das mesmas pessoas e com os mesmos carimbos e assinaturas também causou estranheza nos atendentes das unidades. A polícia informou que os suspeitos conseguiram retirar remédios em vários postos de saúde da capital acreana. Na sexta, os atendentes de um posto de saúde acionaram a polícia quando a dupla chegou para pegar remédio. Com os suspeitos, a polícia diz que apreendeu 30 cartões do Sistema Único de Saúde (SUS), várias receitas e carimbos médicos falsificados, dinheiro e remédios.

  • Após camelôs exigirem alterações, PL que prevê terceirização do Shopping Popular volta para Câmara
    on julho 14, 2020 at 10:16 pm

    PL foi encaminhado nesta terça-feira (14) para nova análise dos vereadores de Rio Branco. Shopping Popular deve ser inaugurado em agosto, após seis anos de obras Assis Lima/Ascom Prefeitura de Rio Branco Após os camelôs se sentiram prejudicados e exigirem alterações no Projeto de Lei que prevê a terceirização do Shopping Popular de Rio Branco, o documento retornou para a Câmara de Vereadores nesta terça-feira (14). A prefeitura do município propõe terceirizar a gestão do shopping por não ter condições para administrar o espaço. Porém, o PL saiu da pauta da Câmara após a categoria questionar alguns pontos e sentar para conversar com Comissão de Transparência, que é formada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico, e os camelôs para acertar algumas medidas favoráveis. Agora, o PL retorna para a pauta da Casa para análise do vereadores. Os camelôs conseguiram que sejam consultados e opinem sobre a administração do espaço. Além disso, o tempo de gestão reduziu de 10 anos, como previa o PL, para seis anos a pedido da categoria. O PL vai passar por alterações e análise da prefeita Socorro Neri para voltar para a Casa. Em obras desde 2014, o Shopping Popular deve ser entregue no mês de agosto e está em fase de conclusão faltando apenas alguns acabamentos para a entrega. O empreendimento é uma das principais promessas de campanha da gestão. Prefeitura quer terceirizar a administração do Shopping Popular A prefeitura de Rio Branco divulgou uma nota, no último (5), especificando não ter expertise para administrar um estabelecimento como o shopping, que vai ter 500 lojas e necessita de experiência para não ir a falência. Então, foi criada uma Comissão de Transparência, que é formada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico e os camelôs, e contratada uma empresa de consultoria para orientar sobre a obra. "A prefeitura é honesta em afirmar que não possui a expertise necessária para esta gerência, além de reconhecer uma receita já comprometida com a infraestrutura da cidade e salário de servidores para assumir esta demanda. E toda esta questão foi exposta pela Comissão de Transparência, a cada reunião realizada, havendo acordo para a realização de uma licitação e posterior contratação de empresa para fazer o gerenciamento do prédio, desde que não onerasse o valor a ser cobrado pelos permissionários para uso das lojas", destacou. Ainda na nota, a prefeitura afirmou que o envio do PL para a Câmara não representa uma imposição, mas a condução de forma correta da administração do espaço e abertura do debate com os camelôs e o Poder Legislativo do município. "Sugerir uma licitação para contratação de uma empresa para gerenciar o prédio, em hipótese alguma pode ser configurada como ‘ditatorial’, principalmente porque espera-se o devido debate na Casa Legislativa, apresentação de propostas dos envolvidos, especialmente dos ambulantes e, por fim, um consenso para entregarmos um Shopping Popular que, esperamos, será espaço para geração de renda e trabalho por décadas", garantiu outro ponto da nota. No último dia 8, o Shopping Popular foi apresentado e visitado pelos vereadores de Rio Branco. A Comissão de Transparência apresentou a obra e todos os detalhes de funcionamento e como deve ser a administração. O secretário de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico, Paulo Braña, afirmou, na véspera do encontro, que foi sugerido o nome do espaço, que é Aquiri Shopping, a lei com o termo de referência e os detalhes da licitação para concessão da empresa que vai administrar o estabelecimento. “O projeto é o que cria a estrutura do Shopping Popular, a proposta do nome que é Aquiri Shopping, que tem tudo com o Acre e a história. Cria a lei, no momento que cria, temos o termo de referência, vamos fazer a licitação para concessão de uma empresa que vai fazer a gestão do shopping”, ressaltou.

  • Com mais 219 novos casos, AC tem 16.479 pessoas com Covid-19 e 436 mortes pela doença
    on julho 14, 2020 at 9:44 pm

    Mais seis pessoas morreram vítimas da doença nas últimas 24 horas. Vítimas têm entre 38 a 82 anos. Com mais 219 novos casos, AC tem 16.479 pessoas com Covid-19 e 436 mortes pela doença Jardy Lopes/Arquivo pessoal O Acre voltou a registrar aumento no número de mortes por Covid-19 nesta terça-feira (14). Desta vez, são seis novas mortes registradas, fazendo o número de vítimas fatais saltar para 436. Também foram registrados 219 casos da doença nas últimas horas, agora o número de infectados pelo coronavírus saiu de 16.260 para 16.479. Veja como estão os casos de Covid-19 em cada cidade Das mortes, quatro foram em Rio Branco; uma em Brasileia e outra em Epitaciolândia. Há ainda 146 exames aguardando o resultado nos laboratórios Lacen e Mérieux. Os dados do boletim mostram ainda que há 9.395 pessoas recuperadas no estado, 57% do total. O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, mantendo uma taxa de 1.869 casos para cada 100 mil habitantes e letalidade de 2,6%. A taxa de ocupação nos leitos de UTI específicos para tratar casos graves de Covid-19 é de 73% nesta terça-feira (14). Das 56 vagas, 41 estão ocupadas. Do total, 10 leitos são em Cruzeiro do Sul e 46 em Rio Branco. Mortes por cidades Mortes Das vítimas fatais, duas eram homens e quatro são mulheres com idades entre 37 e 76 anos. Rio Branco O primeiro registro de morte é Arlincon Cost, de 38 anos. Ele deu entrada no dia 22 de junho no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e morreu no dia 12 de julho. A outra vítima também é um homem de 40 anos. Ele deu entrada no dia 10 de julho no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e morreu nesta segunda-feira, dia 13 de julho. A outra vítima é uma mulher de 82 anos, que deu entrada no dia 8 de junho na Fundação Hospitalar do Acre e morreu no dia 10 de julho. A quarta é uma mulher de 72 anos, que estava internada desde 10 de junho no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e morreu nesta segunda-feira, 13 de julho. Brasileia Em Brasileia, a vítima é uma mulher de 59 anos. Ela deu entrada no dia 3 de julho no Hospital Raimundo Chaar e morreu nesta segunda-feira, 13 de julho. Epitaciolândia Moradora de Epitaciolândia, uma mulher de 57 anos deu entrada no dia 29 de junho no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e morreu nesta terça-feira, 14 de julho. Números Dos 436 óbitos, 293 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde. Já 143 deles não tinham outras doenças, segundo a Saúde. Do total de mortos, 265 eram homens e 171 mulheres. Do total de vítimas, 299 tinham acima de 60 anos. Até esta segunda, o Acre já fez 36.682 exames, dos quais 16.479 foram confirmados e mais 146 seguem em análise. Outros 22.057 foram descartados. Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes: Assis Brasil - 306 Cruzeiro do Sul - 269 Bujari - 263 Santa Rosa - 258 Tarauacá - 211 Brasileia - 203 Casos de Covid-19 por cidades Promotor Gláucio Oshiro fala sobre recomendação enviada a prefeitos que descumprem decreto

  • Médica é acusada de recusar transferência de paciente com Covid-19 e xingar equipe; vítima morreu
    on julho 14, 2020 at 9:15 pm

    Médica do hospital particular Santa Juliana, em Rio Branco, teria xingado condutor de ambulância que fez o transporte. Técnica em enfermagem não resistiu. Hospital particular Santa Juliana, em Rio Branco, diz que apura os fatos para se posicionar Caio Fulgêncio/G1 A médica Márcia Vasconcelos está sendo acusada de não aceitar a transferência de uma paciente com Covid-19 da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do 2º Distrito de Rio Branco para a UTI do Hospital Santa Juliana, na segunda-feira (13). A profissional ainda teria expulsado a equipe que levava a paciente e xingado o condutor de ambulância José Augusto Aiache, de 'condutorzinho'. A paciente era uma técnica em enfermagem da UPA do 2º Distrito que precisava ser transferida para uma UTI. Segundo Aiache, a profissional não resistiu à doença e morreu nesta terça (14). O Hospital Santa Juliana disse que apura os fatos para se posicionar sobre o caso ainda nesta terça. A unidade de saúde também confirmou a morte da paciente, mas disse que está averiguando a causa. O G1 não conseguiu contato com a médica Márcia Vasconcelos e nem com a família da paciente até a última atualização desta reportagem. Condutor da ambulância José Augusto Aiache diz ter sido ofendido Arquivo pessoal “A paciente foi regulada pela Central de Leitos. A vaga já estava disponibilizada no Santa Juliana, então, nós do suporte avançado de Covid fomos buscar a paciente na UPA do 2º. Era uma funcionária da Saúde de 45 anos. Fomos fazer a transferência porque precisava de UTI, levamos em escala vermelha, a regulação já tinha acertado com o hospital, mas chegando lá a doutora Márcia disse que não ia receber porque não estava sabendo de nada”, afirmou o condutor. A Central de Leitos, responsável pelas transferências entre unidades de saúde, confirmou que foi feito o contato com o médico da UTI Covid do Hospital Santa Juliana e confirmado o procedimento. O Sindicato dos Condutores de Ambulância do Acre (Sindiconam) e Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac) divulgaram uma nota de repúdio contra a atitude da médica. Os sindicatos alegam que a "paciente ficou exposta a condicionantes que certamente poderiam ter agravado seu quadro". Veja nota na íntegra abaixo. Espera na porta Após falar com a equipe na porta da UTI, a profissional teria entrado e deixado a equipe do lado de fora por cerca de 15 minutos. O condutor disse que a preocupação era com o oxigênio da paciente que poderia acabar naquele momento. “O certo era primeiro receber o paciente, dar os cuidados e depois discutir. Mas, no caso disse que não ia receber e deixou a gente lá na frente uns 15 minutos com o oxigênio acabando. A paciente já agonizando para ser entubada”, alegou. Após alguns minutos, a entrada foi autorizada e a paciente instalada no leito. Porém, Aiache afirmou que a médica ainda continuava a questionar sobre a transferência “Falei que estavam todos cientes, mas ela disse que não falava com condutorzinho, que eu saísse lá de dentro, que não falava com motorista e sim só com médico. Sou funcionário público no exercício da minha função, mas ela usou da prerrogativa de médica para me expulsar”, relembrou. Aiache também lamentou a morte da colega de profissão. “Era uma colega nossa, mas poderia ser qualquer paciente do SUS e eu iria reclamar porque não gosto que aconteça isso. É um absurdo de um médico não receber um paciente. Não sei se influenciou na morte dela, mas deveria ter feito o melhor possível. Não dá para saber se tem relação”, concluiu.

  • Justiça dá 15 dias para Funai tomar medidas sobre portaria que permite grilagem em 39 terras indígenas no AC
    on julho 14, 2020 at 8:46 pm

    MPF solicitou e Justiça determinou que Funai inclua terras indígenas em processo de demarcação no Sistema de Gestão Fundiária. Justiça dá 15 dias para Funai tomar medidas sobre portaria que permite grilagem em 39 terras indígenas no AC Divulgação prefeitura de Marechal Thaumaturgo A Justiça Federal no Acre deu um prazo de 15 dias para que a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tomem medidas com relação à portaria que liberou a grilagem em 39 terras indígenas do Acre não homologadas. O Ministério Público Federal no Acre (MPF-AC) entrou com uma ação civil pública questionando a instrução normativa da Funai que permite a invasão, exploração e até comercialização de terras indígenas ainda não homologadas pelo presidente da República. No processo, a Funai chegou a dizer que a Justiça Federal do Acre não tinha competência para o julgamento da demanda, com a justificativa de que se trata de dano de abrangência nacional. Porém, a Justiça rejeitou a alegação, uma vez que a ação se refere às terras indígenas localizadas no Acre o que evidencia o caráter regional do dano. O Incra não se manifestou no processo. O G1 entrou em contato com a Funai, por meio da assessoria de imprensa para saber se o órgão vai recorrer da decisão e foi informado que esse tipo de demanda é de responsabilidade da Advocacia-Geral da União (AGU). A reportagem aguarda resposta da AGU. O documento enviado pelo MPF pede que a Justiça obrigue, em regime de urgência, que a Funai e o Incra mantenham ou incluam terras dominiais plenamente regularizadas e reservas indígenas no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) e no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). De acordo com a instrução normativa da Funai, todas essas terras indígenas seriam ocultadas no Sigef. A Justiça entendeu que a portaria viola a publicidade e a segurança jurídica ao permitir a omissão de informações essenciais nos processos de reconhecimento oficial das terras indígenas. Na decisão, a Justiça Federal deu um prazo de 15 dias para a Funai incluir no Sigef e no Sicar, além das terras indígenas homologadas, terras dominiais indígenas plenamente regularizadas e reservas indígenas, as terras indígenas em processo de demarcação e, também, as áreas em estudo de identificação e delimitação. Também devem ser incluídas nos sistemas, as terras indígenas com portaria de restrição de uso para localização e proteção de índios isolados. Com relação ao Incra, a Justiça determinou que o órgão considere, no procedimento de análise de sobreposição de terras realizada pelos servidores credenciados no Sigef, além das terras homologadas, as dominiais indígenas plenamente regularizadas e reservas indígenas. O órgão também tem um prazo de 15 dias para disponibilizar os meios técnicos necessários para o cumprimento da decisão.

  • VÍDEOS: Jornal do Acre 1ª edição - AC de terça-feira, 14 de julho
    on julho 14, 2020 at 7:23 pm

    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Acre. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Acre.

  • Deputados alteram regimento interno da Aleac e eleição para mesa diretora é antecipada
    on julho 14, 2020 at 6:50 pm

    Eleição para segundo biênio que ocorreria em dezembro deste ano vai ser ainda nesta terça-feira (14). Deputado Nicolau Júnior (Progressistas) tenta reeleição. Deputados alteram regimento interno da Aleac e eleições para mesa diretora é antecipada Arquivo/Aleac Os deputados do Acre aprovaram, em sessão nesta terça-feira (14), uma emenda que altera o regimento interno da Assembleia Legislativa e permite a antecipação das eleições para Mesa Diretora da Aleac. Com isso, a eleição para o segundo biênio está marcada para ocorrer ainda nesta terça às 17h. O atual presidente Nicolau Júnior (Progressistas) tenta reeleição, junto com demais deputados que compõem a atual diretoria do parlamento. O autor da proposta, deputado Gehlen Diniz (Progressistas), líder do governo na Casa, explicou que a emenda mantém que a eleição para o segundo biênio da Mesa Diretora continua ocorrendo entre os dias 1 e 31 de dezembro do segundo ano legislativo. Porém, o novo texto acrescenta que essa data pode ser antecipada mediante aprovação de requerimento pela maioria absoluta dos deputados. A proposta apresentada foi aprovada por 19 votos e a resolução deve ser publicada no Diário Eletrônico da Aleac ainda nesta terça para poder ocorrer a eleição. Diniz falou sobre a importância dessa antecipação nesse momento político. “A Assembleia Legislativa é uma casa política. Então, a maioria dos deputados entenderam que é melhor realizarmos essa eleição agora antes das eleições municipais, até para evitar que possíveis turbulências no pleito municipal contaminem a eleição da Mesa Diretora da Aleac”, disse o deputado. Atualmente a Mesa Diretora eleita para o biênio 2019 - 2020 é composta pelo deputado Nicolau Junior como presidente; Luiz Gonzaga como primeiro secretário; Jenilson Leite como primeiro vice-presidente; Antônia Sales como segunda secretária; Antônio Pedro como segundo vice-presidente; Jonas Lima como terceiro secretário; Maria Antonia como terceira vice-presidente; Whendy Lima como quarto secretário e Chico Viga como quinto secretário.




Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *